Aug 24 2004
Um bom vinho…
E na aula de hoje vou ensinar a vocês como escolher um bom vinho. Dizem que o vinho quanto mais velho, mais gostoso, mas isso depende da quantidade de sangue na sua corrente alcoólica. Já provei vinho matusalenicos, aos quais não gostei. E ainda tive de engolir perolas do tipo: “Mas esse vinho custa uma furtuna”. E daí?? Eu não daria “deis reiais”. Sou tão somente uma consumidora de vinhos, então esse tem de agradar ao meu(seu) paladar, independente do preço e da idade. Claro, esses são bons pontos de referência, mas seu paladar, ou o paladar de quem se quer presentear deve vim em primeiro lugar. E por falar em presentear vinhos, ato muito comum aqui no primeiro mundo, jogue com a sorte e tente adivinhar o paladar do presenteado, mas nunca, em hipótese nenhuma ofereça um vinho de mesa. Ele é um vinho mais simples, sem muitos arranjos e bouquet, não deve ser oferecido de presente. Para saber se o vinho é de mesa ou “de chão”, olhe no rotulo se está escrito o ano de fabricação. Se não estiver, é vinho de mesa. Entenderam tudinho??? Ótimo… agora vocês já não correm o risco de pagar o mesmo mico que eu com a Sandrali. Que por sinal, sua cara de goiaba com tosse, nem para falar do seu aniversário no dia seguinte da festa do Peixinho… tem volta!!!
Certo dia, em um dia normal, qualquer, uma linda menina-moça (não tão menina, mas altamente MOÇA) na flor dos seus 12 anos em um passeio a banca de revista do Aeroporto Internacional de Val de Cans, Belém-PA, encontra uma revistinha, diferente, quase um livro, com um gato laranjado e “zoiudo” na capa. Aqueles zoião meio safado, meio preguiçoso e totalmente descarado, chamou a atenção da pequena menina-moça, que não resisitindo a seu poder, levou-o pra casa. Assim nasceu meu caso de amor com Garfield. Depois daquele dia voltava quase semanalmente ao aeroporto em busca de novas revistas. Éramos quase um: preguiçosos (mamãe pode confirmar) e apaixonados por lasanha. Meu primeiro natal de “Garfilda” me dei de presente o boneco original, só existente em uma única loja de Belém. Tinha tanto cuidado que o mesmo jamais chegou a sair da caixa. Quando ficou mais popular, e sua carinha safada e zoiuda começou a enfeitar os vidros dos carros foi um desespero: a cada mês era um diferente para a coleção. Desenho do Garfield? Todo domingo 8:30. Sacanagem!!! “Ah mãe, vou pra missa hoje não, tô com dor de cabeça.”. Mas Jesus, em sua infinita bondade, mudou o horário, algumas semanas depois, exatamente quando não havia mais desculpas a inventar. Por pouco o quarto do Johan não era enfeitado com um monte de Garfield pintado na parede.
Não imaginei encontrar outra pessoa tão apaixonada por esse gato quanto eu… até vir para cá e dar de cara com o site da
Estava com esse post na agulha quando li algo parecido na Denise… deixei passar algumas semanas, para não ficar repetitivo, e me chamarem de invejosa, e agora vamos lá!!!
Em 2000 sai de Belém para Alemanha, fronteira da França. Em 2006 cruza a fronteira e se estabelece em um pequeno vilarejo frances. Mãe do Johan Guilherme (16 anos) e Manrique Carlo (6 anos), esposa dedicada (é?) e feliz. Ex-professora atualmente trabalha como executiva (executando tarefas domésticas), blogueira e objeto sexual do marido.















