Archive for March, 2008

Mar 31 2008

Toca para trabalhar…

Published by Ciça under Égua

toca-para-trabalhar

Ouvir música é uma perda de tempo. pronto falei. Que venham as pedras!!!

Mas pensem só: você senta confortavelmente no seu sofá, coloca um CD para tocar, relaxa, viaja na canção e… pois é.. e, o que? Nada… nada de nada… Não é o mesmo que ler um livro, onde portas para outros mundos são abertas. Muito menos sentar no computador ler jornais, sites interessantes e até mesmo blogs onde essas mesmas portas são escancaradas.

Acho vergonhoso o tempo que esse povo passa parado ouvindo música ao invés de está fazendo algo decente na vida. Meu vizinho passa horas em seu balcão ouvindo lindas melodias francesas enquanto o filho está cortando grama, alimentando a galinha da vizinha (isso é para outro post) ou eu aqui me mato lavando janelas.

Quantas crianças morrem de fome no mundo enquanto ele está lá estatelado ouvindo música? Quantas mulheres são violentadas enquanto você está ouvindo música deitado no seu jardim. E o planeta? O planeta está morrendo, as geleiras derretendo, a água potável acabando, o mundo se desintegrando e neguinho lá paradão ouvindo música.

Deprimente… triste… chocante ver como a humanidade inverte seus valores e se abstém do DEVER de ajudar o outro, ajudar a sí mesma para ficar despreocupadamente jogado em algum canto de seu confortável mundo ouvindo música!! Não cometa uma atrocidade dessas.

Beijos a todos
Ciça – tentanto se auto convencer a si mesma de que não precisa disso aqui, pois não tem dinheiro nem para comprar um radinho de pilha!

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Mar 25 2008

Manrique – 5 anos

Published by Ciça under Égua

- Manrique agora vai dormir e quando acordar tem aniversário, tá bom?
- Eeeee, viva, aniversário… obaaaaaa

3:45 da manhã um furacão adentra meu quarto!!!

- Mãe, mãe, paiiiiii…. já acordei. Tem aniversário. EEEEEE… viva… parabéns pro Manrique. Acorda mãe, acorda pai!!!

E fazer ele esperar até o dia clarear foi complicado!

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Mar 23 2008

Páscoa na Maison Rose

Published by Ciça under Égua

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Bernardo comeu a cenoura que eu tinha guardado para a foto. Tive de improvisar!

Das Rosa Haus encontra a Maison Rosé

No post passado cometi um pecado imperdoável: não comentei a vinda da “Das Rosa Haus” lá de Munique a Maison Rose. Foi leseira mesmo, por isso, desculpa deusa grega. Foi um diazinho só pois ela tinha de ir para a feira do vinho em Hannover. Nem deu tempo de esvaziar a adega, em compensação colocamos quase três anos de conversa em dia. Próximo encontro? Não sabemos ainda… Oktoberfest ou Atenas? Quem sabe Deus e Deusa não resolvem baixar pelos lados franceses!

Minha linda, obrigada pela visita, pelo carinho, pela conversa boa. ADORAMOS. Mas da próxima vez vê se come mais… égua da pequena, só repetiu duas vezes a pratada de vatapá. E no café da manha comeu só dois cuscuz com azeite, coisa que aprendeu lá por onde bate o coração!!

Fotos no Flickr!

BEIJOS e FELIZ PÁSCOA

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Mar 20 2008

Telecicética

Published by Ciça under Pavulagens

telecicetica

O que acontece com a égua? Quase uma semana sem um post decente aqui? Será que está desistindo do blog? será que está sem idéias? Será que está afundada em um mar de luxúria e sexo selvagem?

Será, só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Será que é tudo isso em vão?
Seráaaaaaaa que vamos consegui vencer……… ohhh oooohhh

Eu até que queria ter postado essa semana, tem três rasculhos aqui e outros dois no caderno, mas ao contrario do que pensa meu filho e meu marido seres inanimados não tem pernas e nos ainda não evoluímos ao estágio onde a telecinese, assim como a respiração, é um movimento um movimento obrigatória involuntário. Ou seja, quando estou esparramada no sofá, com um xícara de meio litro de café com menta na mão, olhando a chuva cair as mensagens enviadas por meu cérebro do tipo
“Computador, ligue-se. Teclado, venha aqui comigo, agora. Larga mão de ser malcriado e vem aqui. Sai dessa mesa, venha aqui.”, não vão funcionar se eu não levantar e ir lá fazer tudo.

Já tentei diversas vezes, a última vez com uma pilha de roupa para passar. Elas se ofereceram assim, de graça e na maior boa vontade para o experimento. Fiquei quatro horas lá sentada a frente delas e nem uma pecinha de roupa se-auto-passou-sozinha ao comando de minha mente. Talvez eu devesse ter ligado o ferro primeiro, ou melhor, mentalizado o ferro se auto-ligando-a-si-mesmo primeiro. Se for esse o caso, as roupas devem está rindo da minha cara até agora!

Bernardo e Johan são a mesma coisa: estão desenvolvendo o poder de mandar, mentalmente, suas toalhas molhada de cima da cama para o varal. O mesmo estão fazendo com toda a louca da casa, ou você vê outra explicação para os desgraçados colocarem o copo sujo em cima, mas não DENTRO da maquina de lavar?

Durante a evolução dessa raça dita humana, em um certo momento, começamos a interagir com o meio, e sem querer, estávamos evoluindo e desenvolvendo o poder de controlar a energia, porem por algum motivo deixamos de utilizar essa habilidade, mas ela está conosco desde então, apenas “adormecida”… ALGUÉM TEM UM DESPERTADOR????????????

Mudando de pau para livro

Séculos que nao atualizo minha Bibliotégua. Já li outros três depois do Blog e nem comentei aqui perdendo a oportunidade de mostrar o quanto sou uma égua estudada. Porém dois deles, Desonrada e Admirável Mundo Novo, você pode ver a discussão lá no Clube do Livro.

Sobre o Blog do Hugh Hewitt não tenho muita coisa a falar, mas vamos lá. todos sabem, e quem não sabe fique sabendo, que um de meus princípios básicos de sobrevivência humana, sócio, econômica e social é nunca deixar um livro pela metade. não importa o qual chato, massante e desinteressaste seja a leitura, tenho de ir até o fim. Até hoje um único livro me desafiou e me fez deixa-lo pela metade, Benjamim. Até o insuportável Aritmética da Fernanda Young consegui chegar ao final. Porém, como o ser humano não nasceu para ficar sozinho, os livros vão pelo mesmo caminho e eu ofereço ao Chico a companhia de Hugh.

Posso gastar linhas e bits desse espaço explicando o motivo de minha decisão, mas não farei… até porque, nao consegui ler todo. Égua do livro chaaaaaaaaaaaaaaaaato. Não, calma lá, não é chaaato, é chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaato. E quando penso o quanto custou me doi mais ainda. Deveria ter lido uma rubrica primeiro. mas o título me chamou atenção e arrisquei. Bem feito. Ele TENTA mostrar o quanto o mundo está mudando sua forma de buscar e transmitir informações, mas seu meio é tão restrito, tão americanizado, tão jornalístico, que acaba se bitolando!

Se ele é o historiador não-oficial do movimento blogueiro terei de parar de usar esse título!

Quem foi lá no Clube do Livro viu se As Avós de Doris Lessing o próximo a ser lido. Eu não tenho ele, e minha comadre só volta do Brasil no fim de abril, portanto, quem quiser me doar o exemplar, “a gente não fazemos cerimônia, viu mana?”

Up-todatando

Acabei de vir lá da Meiroca e o post dela de hoje explica em poucas linhas o que o pobre do Hugh nao fez em um livro todo

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Mar 10 2008

Pela Valorização da Mulher Brasileira

Published by Ciça under Sem bandalheira

Antes de mais nada gostaria de pedir desculpas a Meiroca e a Lys pelo post só está saindo hoje. Achei ter deixado programado, pois sabia ser impossível chegar perto do PC no final de semana, mas qual minha surpresa ao ver o dito ainda como rascunho hoje!

Desculpem meninas… espero ainda está valendo!

Pela Valorização da Mulher Brasileira

O Brasil vende uma imagem: samba, suor cerveja, mulher gostosa, e o gringo compra! Compra essa assim como compra os estereótipos de todos os outros povos. É um problema nacional? NAO… é um problema MENTAL!

Não consigo ficar com raiva quando me deparo com alguém que tenha esse estereótipo de mulher brasileira na cabeça. MENTIRAAAAA… as vezes tenho sim mas é quando se passa da generalização para a personificação, aí é um pouco demais para minha cabeça.

Esse tipo de gente são uns bando de pobres coitados incapazes e sem sensibilidade de perceber a grandiosidade e diversidade de una nação. Podem ser doutores, médicos, PHD o que for, se se deixa levar por uma pequena parte, é pq não existe como todo!

Apesar de ser a persona desse estereótipo, “neguinha caça gringo” (e não coformada ainda “permite” os enteados casarem com brasileira), nunca me senti descriminada, também nunca permiti que o fizessem. Não por eu ser uma neguinha estudada e de família, mas por ser gente-humana de verdade e não a de um anuncio de agencias de viagem no Carnaval.

Respeito não se impõe… se conquista!

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